Hoje percebi a grande vantagem de não ter o nome exposto no blog. Posso escrever qualquer besteira sem me preocupar. Então, vão duas grandes.
Estava pensando no tempo e sua relação com a gravidade. Talvez o universo ou multiverso - não sei qual o termo correto para o que eu quero dizer - sempre tenha existido, nunca tenha tido um começo.
Sabemos que a gravidade puxa o tempo, retardando-o. Sendo assim, se imaginarmos o Big Bang, teríamos uma concentração de massa absurda, talvez com densidade infinitamente superior à de buraco negro. Talvez fosse possível uma gravidade tão grande que pararia o tempo. Ou seja, para nosso padrão de percepção, não teria um antes Big Bang, a massa sempre esteve lá, pois não existia tempo, que é justamente o parâmetro que usamos para determinar a eternidade ou o começo de alguma coisa.
Continuando minha teoria, como gênio da física. Estava vendo que muitos cientistas, menos safos e gabaritados que eu, não acreditam na possibilidade de viagem ao passado, por exemplo utilizando um buraco de minhoca. Segundo eles, isso criaria uma instabilidade natural que faria com que o buraco de minhoca - neste caso - se auto destruísse, de forma imediata.
Como exemplo: se uma pessoa viajasse até o passado e desse um tiro, matando seu "eu" do passado, ela não poderia existir no futuro. Não existindo no futuro, não poderia ter voltado ao passado e se "assassinado", sendo assim, deve haver algum mecanismo espontâneo que evite essa viagem ao passado.
Eu acho que o fato citado poderia se realizar sem nenhum problema.
Nós sabemos da existência de 4 dimensões para nos posicionarmos; comprimento, largura, altura e tempo. Podemos nos movimentar em qualquer uma dessas dimensões, incluindo o tempo. Como exemplo temos os satélites artificiais, que tem seus relógios ajustados a todo momento, pois, por estarem fora da órbita terrestre, sob um efeito menor da gravidade, estão em uma outra "velocidade de tempo", o tempo para eles não corre igual ao nosso. Outro exemplo acontece dentro dos aceleradores de partículas, por causa da velocidade imposta as partículas subatômicas. Essa teoria foi proposta por Einstein, que não viveu para ver suas teorias de relatividade restrita serem posta em prática.
Com relação ao "auto assassinato" no passado.
Imaginemos que em cada fração infinitesimal de tempo existam infinitas dimensões com todas as infinitas possibilidades de acontecimento naquele momento. Isso não é muito longe da nossa realidade, afinal, entre quaisquer dois números reais, há infinitos números reais. Sendo assim, se uma pessoa voltasse no passado e atirasse no seu "eu", o que aconteceria é que existiria uma dimensão em que ela foi assassinada por si mesma, uma dimensão onde ela teria errado o tiro e assim por diante, criando as infinitas dimensões que se formaram naquele momento. Incluindo as dimensões onde ela nunca foi visitada por seu "eu" do futuro. Assim seria possível uma pessoa viver em um tempo/espaço/dimensão, onde ela sabe que visitou seu "eu" no passado, sem nunca ter sido visitada por seu "eu" do futuro.
Concluindo, desde o Big Bang que infinitas dimensões são ramificadas em espaço de tempo infinitesimal onde em infinitas destas dimensões nós existimos, em infinitas nós já morremos e em infinitas, nós nunca existimos, já que em infinitas nosso pais nunca existiram e assim sucessivamente. Se fosse ilustrar essas dimensões, seria mais ou menos como uma árvore, onde de cada galho saem inúmero outros galhos, sendo que a origem de tudo é o tronco.
Digo que as dimensões são ramificadas e não criadas, pois criar significa que não existem ramificações do futuro. Elas devem existir.
Mas vem a seguinte dúvida, se elas já existem, não temos escolha ? Está tudo pré determinado ? Acho que não, nossas escolhas são justamente o que nos direcionam nessas ramificações.
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